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CRP SP 4120
Dedicados à construção de singularidades, oferecemos atendimento psicológico para crianças, adolescentes e adultos.

Atendemos pacientes com:

Depressão; Estresse; Ansiedades; isolamento; dificuldades de relacionamento; medos; fobias; síndrome do pânico; transtorno afetivo bipolar; transtorno obsessivo-compulsivo; transtornos alimentares, entre outros diagnósticos descritos pelo CID 10 - Classificação Estatística Internacional de Doenças.

Análise com crianças e adolescentes:
"A criança é sujeito em constituição, processo em formação e não estrutura concluída: trata-se de acompanhar o processo e criar as condições para que ela possa se estruturar plenamente." (Reinoso, 2002)

As atividades propostas nos trabalhos com criança tem caráter lúdico. O brincar é uma especifidade da infância. As construções realizadas na clínica nunca são livres de escolhas. As crianças escolhem os temas, os materiais, a brincadeira, as formas que precisam exercer e experimentar. A brincadeira não é um lazer; é um recurso, um exercício de formação pedagógica e elaboração psíquica que a criança tem para aprender a lidar com o mundo e humanizar-se.

Atendemos crianças com dificuldades de aprendizagem e transtornos globais de desenvolvimento

Supervisão:

A supervisão em conjunto com a análise pessoal e estudo teórico formam o famoso tripé enunciado por Freud, essencial na formação do psicanalista. Estando os três conectados, quando se trabalha com um, os dois outros estão também sob influência.

Trabalhar um caso clínico em supervisão, por exemplo, além de organizar e esclarecer a condução de um tratamento reenvia o analista ao próprio percurso de análise e ao seu momento teórico. Isto torna a supervisão uma importante prática da experiência clínica e um importante dispositivo de trabalho na condução do caso.

Apesar da enorme importância da análise pessoal, enquanto lugar de transmissão e de incorporação da experiência analítica, a supervisão mostra-se imprescindível e funciona, em muitos casos, como uma espécie de suporte à alguma outra ponta do tripé.

Entendemos que a supervisão se trata de um compromisso ético, uma forma de apresentar à comunidade o trabalho que o analista faz na solidão da sua clinica. Além disso, possibilita o compartilhamento de seus feitos e o percurso de seu desenvolvimento.

conveios

REINOSO, Gilou. Prefácio. In: ROSEMBERG, Ana Maria (org). O lugar dos pais na análise de crianças. Coleção Psicanálise de criança. 2ª edição. São Paulo: Escuta, 2002

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